Plano de Manejo da Reserva Biológica Tamboré: o que foi feito até agora e o que está por vir

Compartilhe:

reserva-biologica-tambore

Em setembro de 2015, teve início a elaboração do Plano de Manejo da Reserva Biológica Tamboré, em Santana de Parnaíba (SP). Ele é o principal instrumento de planejamento e gestão de uma Unidade de Conservação (UC). A partir dele, será organizado o planejamento de melhor uso da área, os processos gerais e específicos de manutenção da Reserva e normas para o manejo e a proteção dos recursos naturais.

O trabalho está sendo realizado pelo Instituto Brookfield, sob a responsabilidade técnica da empresa PA Brasil, e conta com o apoio das assessorias Práxis Socioambiental e E.M.Alves que já realizam trabalhos na área e entorno. O grupo de trabalho da Reserva, composto por pessoas e organizações da região, também é parceiro na mobilização da comunidade.

Segundo Deborah Carvalho, Coordenadora Técnica do Plano de Manejo, a partir do Plano de Manejo será possível, por exemplo, implantar uma sede com infraestrutura básica e permitir a visitação para educação ambiental em trilhas selecionadas, acompanhada de monitor.

Situação atual do Plano de Manejo

Nessa primeira fase do projeto, além das duas oficinas de discussão para engajar e coconstruir o Plano de Manejo com a comunidade, a equipe técnica realizou um raio-x da Reserva.

“Nessa fase de Planejamento do Plano e Estudos Diagnósticos, mapeamos as condições naturais atuais quanto à vegetação, fauna, solo, nascentes e córregos existentes, além do panorama socioambiental e respectivas pressões externas da presença humana no entorno direto, totalmente urbanizado, como trânsito de veículos ou mesmo a entrada de animais silvestres nos condomínios”, diz
Deborah Carvalho.

Para 2016, a equipe técnica trabalhará as informações coletadas e a proposta de zoneamento e regulamento. Além disso, estão sendo elaborados projetos temáticos, elencando as ações necessárias: operação, proteção ambiental, recuperação e manejo de recursos naturais, monitoramentos, comunicação social e educação ambiental.

Participação da comunidade

Deborah destaca a importância da participação da população do entorno nesse momento da Reserva, por meio das oficinas e das reuniões abertas que estão sendo realizadas desde o início dos trabalhos. “Ouvir a população é fundamental para o estabelecimento dos principais problemas e expectativas da relação entre os moradores e os 3 milhões de metros quadrados de Reserva verde”, destaca.

Em 2016, a expectativa do Instituto Brookfield é engajar ainda mais parceiros e comunidade nas próximas oficinas de discussão. Você pode, inclusive, contribuir na elaboração de projetos específicos para a Reserva Biológica Tamboré!
Se você se interessou em participar do Plano de Manejo, envie uma mensagem pra gente nos comentários aqui do post ou pela página de Facebook do Instituto Brookfield.

Porto Alegre: conheça 3 áreas verdes da cidade

Compartilhe:
Jardim_botanico_credito-tetraktys-poa
Crianças em cima de uma ponte do Jardim Botânico de Porto Alegre. Foto: Tetraktys.

Você sabia que Porto Alegre (RS) é a capital brasileira com a maior área proporcional de Mata Atlântica preservada? A informação é do Atlas dos Municípios da Mata Atlântica, estudo da Fundação SOS Mata Atlântica e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgado em novembro deste ano. Segundo os dados levantados entre 2013 e 2014, a cidade preserva 32% da vegetação natural do bioma, superando Florianópolis (25%) e Recife (20%).

Rua Gonçalo de Carvalho: a “rua mais bonita do mundo”

Conhecida como a “a rua mais bonita do mundo”, a rua Gonçalo de Carvalho é um dos pontos turísticos da cidade de Porto Alegre e é Patrimônio Histórico, Cultural, Ecológico e Ambiental do município desde 2006. Ela ficou conhecida não só pelas árvores que formam um túnel verde, mas também pela preservação, mantida tanto por moradores quanto por não moradores. Famílias e turistas dividem o mesmo espaço para passear, tirar fotos, andar com animais de estimação, etc.

Localização: fica na divisa entre os bairros Independência e Floresta.

Parque Moinhos de Vento (Parcão)

O Parque Moinhos de Vento tem diversas opções de lazer para todas as idades. Para os adultos, tem espaço para praticar jogging, patinação, tênis, vôlei, futebol. Ainda há aparelhos de ginástica para o público se exercitar. Para as crianças, há equipamentos de recreação artesanais, feitos de toras de eucalipto e uma biblioteca infantil.

Outra atração do parque é a réplica de moinho açoriano ao estilo dos que existiam no bairro nos primórdios da cidade. A Biblioteca Infantil Ecológica Maria Dinorah funciona nesse espaço.

Jardim Botânico de Porto Alegre

Quem curte trilhas e passeios guiados pode aproveitar para fazer isso no Jardim Botânico de Porto Alegre. Além disso, o espaço é indicado para caminhadas, com direito a ver lagos e canteiros de flores da região.

Há também a possibilidade também de participar de atividades educativas. O visitante pode visitar também o Arboreto (coleção de árvores), com acesso à Sala de Exposição do Museu de Ciências Naturais e ao Serpentário.

Há também um viveiro de vendas com mudas de árvores gaúchas.

Para saber mais sobre valores e horários para visitar o Jardim Botânico, entre na área de visitação do site.

Dicas de gentilezas para colocar em prática

Compartilhe:

Quantas gentilezas você já fez hoje? Na rua, na sua casa, no trabalho…enfim, nos lugares por onde você anda? No Dia Mundial da Gentileza, comemorado em 13 de novembro, o Instituto Brookfield destaca a importância de trazer esse cuidado diário com a nossa cidade.

Acreditamos que, ao cuidarmos das nossas ações, estamos também cuidando do próximo. E, ao fazermos isso em cada uma das nossas ações, estaremos também contribuindo para termos uma cidade mais feliz, com pessoas comprometidas em fazer cada vez melhor para todos. Essa é a ideia: gentileza realmente gera gentileza.

Com a cultura do “Faça você mesmo” e de que podemos, cada um de nós, estimular o cuidado com a cidade sem precisar da iniciativa do poder público, em 2014, criamos a campanha no Facebook chamada “Atitude Simples”. O objetivo é mostrar que as consideradas “pequenas e simples ações” podem realmente melhorar a nossa realidade e cuidar dos espaços em que vivemos e ocupamos.

Abaixo, inspire-se com algumas gentilezas para colocar em prática. Ao compartilhar, use a hashtag #AtitudeSimples.

BROOKFIELD-artes-compartilhar-atitudes-simples-bitucas-de-cigarro
Atitude Simples. Descarte bitucas de cigarro em um cinzeiro. Imagem: Instituto Brookfield.
BROOKFIELD-artes-compartilhar-atitudes-simples-bolso-POSTADO
Atitude Simples. Leve o lixo no bolso até encontrar uma lixeira.
BROOKFIELD-artes-compartilhar-atitudes-simples-capte-agua-chuva
Atitude Simples. Capte água da chuva para limpar a casa e regar as plantas. Imagem: Instituto Brookfield.
BROOKFIELD-artes-compartilhar-atitudes-simples-coleta-seletiva
Atitude Simples. Colabore na coleta seletiva do seu prédio. Imagem: Instituto Brookfield.
BROOKFIELD-Carnaval-atitudes-simples-turismo
Atitude Simples. Turismo consciente: respeite a natureza e os costumes locais.

 

Comunidade participa da primeira oficina de discussão do Plano de Manejo da Reserva Biológica Tamboré

Compartilhe:

No dia 14/10, o Instituto Brookfield realizou a 1º Oficina de Discussão do Plano de Manejo da Reserva Biológica Tamboré, na Sociedade Alphaville Tamboré (SIA). O objetivo foi apresentar o Plano de Manejo aos principais atores da região e iniciar o processo de elaboração. Estima-se que serão seis meses de trabalho com oficinas de planejamento, diálogo e apresentação dos resultados. Serão realizadas cinco oficinas: a próxima está prevista para o dia 25 de novembro.

Destaques do encontro

Além da equipe responsável pelo Plano, o encontro teve a participação de moradores, organizações e empresas da região. Maria Oliveira, da Práxis Socioambiental, assessoria contratada pelo Instituto Brookfield para acompanhar todas frentes de gestão da Reserva, abriu a oficina apresentando a Reserva Biológica Tamboré e destacando dados relevantes do Programa de Preservação. A empresa P.A.Brasil, responsável técnica pelo plano, apresentou o planejamento, as etapas e reforçou a importância de todos os atores da região em participar de todo o processo.

A oficina teve os seguintes assuntos: o que é o Plano de Manejo e a sua importância; as etapas do trabalho; a equipe responsável; e espaço para dúvidas e contribuições dos presentes. Os participantes fizeram várias colaborações e levantaram possíveis ações para conscientizar a população.

Entre elas, houve preocupação com a segurança da Reserva, comunicação a todos os moradores sobre as riquezas do lugar, a responsabilidade de todos no cuidado e preservação.

No final da oficina, os participantes receberam o Guia das Aves da Reserva e o material usado na Blitz da Biodiversidade: “Conhecer para cuidar”.

Entenda mais sobre o Plano de Manejo

A Reserva Biológica Tamboré, localizada em Santana de Parnaíba (SP), iniciou a elaboração de seu Plano de Manejo em setembro de 2015. Durante seis meses, uma equipe especializada realizará diversas ações.

O Plano de Manejo é o principal instrumento de planejamento e de gestão de uma Unidade de Conservação (UC), e deve definir o planejamento e os projetos específicos a serem implantados na área. O trabalho está sendo realizado pelo Instituto Brookfield e está sob a responsabilidade técnica da empresa PA Brasil, que conta com o apoio das assessorias Práxis Socioambiental e EMAlves, que já realizam trabalhos na área e no entorno. O grupo de trabalho da Reserva, composto por pessoas e organizações da região, também será parceiro na mobilização da comunidade.

“Trata-se de um marco importante para o município de Santana de Parnaíba. Por isso, todos da região são convidados para essa construção”, disse Maria Oliveira, da Práxis Sociambiental e assessora do Instituto Brookfield.

Ao longo do processo, será feito um diagnóstico dos meios físico, biótico, antrópico e das demandas do entorno e seus demais públicos que se relacionam com a unidade. Condomínios, escolas, universidades, guarda municipal e sociedade em geral estão sendo chamados para participar e poderão contribuir na proposição de projetos específicos.

Filmes da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental são exibidos gratuitamente

Compartilhe:
Imagem de divulgação da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental. Foto: Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental.

Biodiversidade, cidades, consumo, energia, povos e lugares e recursos naturais. Se você quer aprender mais sobre esses assuntos, a itinerância da 4ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental está a todo vapor! Ao todo, serão exibidos 23 filmes, em uma correalização com o Sesc São Paulo. Ela acontece tanto em unidades do Sesc quanto em outros espaços, como escolas e universidades, em 15 cidades do Estado de São Paulo.

A programação é gratuita e vai além dos filmes: também acontecem palestras, debates, oficinas, visitas e outras atividades que têm o objetivo de ampliar ainda mais a experiência do público com os temas em questão. As sessões acontecem nas cidades de São Paulo, São Caetano, Santo André, Bauru, Presidente Prudente, Catanduva, Ribeirão Preto, São José dos Campos, Piracicaba, Sorocaba, Santos, Cubatão, Taubaté, Americana e Itu.

Entre os filmes exibidos estão Brasil S/A, escolhido como melhor filme pelo júri na Competição Latina da 4ª Mostra Ecofalante, por sua experimentação na linguagem e por trazer reflexão sobre aspectos socioambientais contemporâneos; A Lei da Água, escolha do público para melhor filme da Competição; e H2Omx, também concorrente, que aborda o abastecimento de água no Vale do México, em sua luta para salvar a si mesmo enquanto sua população cresce – só na Cidade do México são 22 milhões de habitantes.

A itinerância da Mostra vai até o dia 18 de novembro de 2015. A programação completa está disponível nos sites da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental e da área especial da Mostra no site do Sesc.

Confira o trailer de um dos filmes da Mostra itinerante: