Jovens criam projeto de contação de histórias, doações e arte

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“Como amar é um verbo, a melhor forma de conjugá-lo é fazendo ações de voluntariado”, afirma Kaline Barros, uma das idealizadoras da iniciativa Asas Voluntárias. Entre várias ações de solidariedade que acontecem nesta época, uma delas aconteceu com a participação da Kaline, no dia 19 de dezembro deste ano, na escola infantil EMEIEF Professora Yvone Zahir, do Jardim Vegas, em Santo André (SP). O objetivo foi levar alegria para as crianças da comunidade Baronesa.

A primeira ação

Kaline não estava sozinha na ação. As outras duas idealizadoras do Asas – Nani Feitosa e Amanda Barboza – e mais 30 voluntários foram fazer a festa para a criançada. Em apenas 15 dias, eles arrecadaram 318 sacolinhas de Natal para realizar o primeiro evento. “Isso tudo só aconteceu por conta da parceria com a líder da comunidade, Francisca Aquino Andrade, mais conhecida como Lena”, conta Kaline.

“Sempre participamos de ações de voluntariado, mas nunca tínhamos pensado em criar um projeto. Somente no segundo semestre deste ano, depois de participarmos de uma ação em uma casa de repouso, tivemos essa ideia de colocar em prática”, diz Kaline. A base do projeto é um tripé do bem que une doações, contações de histórias e arte. As atividades serão aplicadas e adaptadas conforme a necessidade do público que receberá a visita das Asas.

Na ação, de acordo com Kaline, eles colocaram em prática dois elementos do tripé das Asas Voluntárias: doações e arte. “A parte da arte ficou por conta do grupo Encountry, que cantou diferentes estilos de músicas e entretiveram as crianças o tempo todo! Foi muito bonito de ver! E, além disso, tivemos também escultura de bexiga, algodão doce, papais e mamães noéis, e palhaços da ONG Mãos Que Cuidam”.

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Engajamento e continuidade

Manter o engajamento costuma ser um dos grandes desafios de iniciativas de voluntariado. Kaline conta que eles buscam engajar por meio dos exemplos. Na página oficial no Facebook, eles sempre compartilham as iniciativas de outras instituições assim como dos próprios voluntários das Asas.

“Atualmente, estamos contando histórias de como foi a experiência de alguns dos nossos voluntários durante a ação, e tem dado certo. Além de engajar ainda mais os que já participam, outras pessoas têm vindo nos procurar. Nós conseguimos, inclusive, engajar uma senhora de 70 anos que nunca foi a uma ação de voluntariado, e uma criança de 12 anos que nos ajudou a arrecadar as sacolinhas”.

Para 2016, o objetivo é fazer, mensalmente, ações em comunidades, asilos e orfanatos. A próxima ação de grande porte já tem época marcada: será em março, na Páscoa.

Se quiser participar das Asas Voluntárias, é só enviar mensagem para a iniciativa via Facebook.

Fotógrafo vende fotos de gatos para ajudar vítimas de Mariana (MG)

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Felipe Guerra, fotógrafo, tem inspirado muita gente com a sua iniciativa de vender fotos de gatos para ajudar a população e os animais afetados pela tragédia das barragens de Mariana (MG). Essa ação faz parte do projeto Purrrtografia que, desde 2014, retrata animais que aguardam adoção na ONG Confraria dos Miados e Latidos. Faz tempo que Felipe quer fazer algo para melhorar a sociedade, mas foi em 2015 que pensou mais ainda em ações concretas. E assim, por meio desse projeto, ele destina recursos das vendas das fotos para as duas causas que abraçou.

Além de colaborar com a ONG, com o rompimento das duas barragens da cidade de Mariana, no início de novembro, Felipe decidiu vender as fotos dos gatos e destinar os recursos da venda para as duas causas que abraçou.

Como você pode contribuir com a ação? Primeiro, acesse a galeria online que ele criou com as fotos disponíveis para impressão e venda. “É só me dizer qual ou quais são as fotos escolhidas, para então acertarmos outros detalhes, como o modo de entrega e o valor final. Para entrar em contato comigo, é só mandar uma mensagem na página do projeto Purrrtografia no Facebook ou em minha página pessoal. Se preferir, a pessoa interessada pode enviar um e-mail para felipecgc@hotmail.com”, detalha.

Nas próximas linhas, conheça mais sobre o projeto e também sobre as ideias do Felipe!

Instituto Brookfield: Como surgiu a ideia de fazer uma iniciativa para ajudar os moradores de Minas Gerais?
Felipe: A ideia surgiu de alguns elementos bastante concretos que rodeiam minha vida, e de outros um pouco mais subjetivos. Há o fato de já estar fazendo essas fotos justamente para ajudar animais que aguardam adoção. Esse trabalho voluntário é uma de minhas grandes paixões, e eu já imaginava que essas fotos, felizmente, poderiam, em algum momento, ajudar outras causas ao mesmo tempo. Além disso, acompanhei de perto as consequências de uma grande tragédia, e o que aconteceu em Minas Gerais despertou muitas lembranças. A tragédia que acompanhei foi uma forte enchente em São Luiz do Paraitinga (SP). Eu e minha mãe perdemos grande parte do que tínhamos em casa. Acabei escrevendo, como trabalho de conclusão de curso em jornalismo, um livro-reportagem contando a história da cidade, falando sobre a enchente e dos primeiros meses de reconstrução.

Instituto Brookfield: Como está sendo a repercussão da sua iniciativa?
Felipe: Tenho recebido um apoio maravilhoso! Fico feliz por ver como as pessoas se interessam em ajudar tanto quanto possível, seja comprando uma foto, seja compartilhando e espalhando informações sobre a ação. Tive a felicidade de ver a iniciativa virando notícia em um dos principais jornais do País, recentemente. Se tudo der certo, o grupo internacional de fotógrafos que atuam pela causa animal de que participo (HeARTs Speak) falará da ação em outros países.

Instituto Brookfield: A campanha tem data pra acabar?
Felipe: Como tudo foi criado emergencialmente, nunca cheguei a definir uma data de encerramento da campanha. Vi que o ideal será estendê-la pelo menos até fevereiro de 2016. Se der certo, continuarei com a ação enquanto houver urgência por parte dos sobreviventes de Minas Gerais. A Confraria, ONG para a qual tirei todas as fotos à venda até o momento, sempre receberá uma parte do dinheiro das vendas, então esse repasse independerá da ação emergencial.

Instituto Brookfield: Já pensa em outras iniciativas?
Felipe: Sim! 2015 foi o ano em que mais parei para pensar nisso e estou me preparando, por exemplo, para estender as frentes do projeto Purrrtografia. Quero tentar colaborar com a formação de mais pessoas e fotografar outros lugares. Também penso em seguir com uma proposta pessoal de tentar, tanto quanto possível, repassar uma parte do valor da venda de meus serviços (fotos impressas e ensaios, por exemplo) a alguma causa. Se possível, reunirei outros fotógrafos que atuem em diversos campos da fotografia e estejam interessados em colaborar, pontual ou fixamente, com esse tipo de ação. Quem sabe a iniciativa não se transforma em um coletivo de fotógrafos?

Instituto Brookfield: Quanto você arrecadou até agora? Quantas pessoas já ajudaram?
Felipe: Arrecadei quase R$ 1,2 mil até o momento, já deduzidos os custos de produção. Como vou repassar 80% do valor aos grupos que estão atuando em Minas Gerais e 20% à Confraria dos Miados e Latidos. Isso equivale a R$ 960 e R$ 240, respectivamente. Foram aproximadamente 20 pessoas, grupo que também inclui compradores que pagaram mais que o valor mínimo cobrado e pessoas que levaram várias fotos.

Instituto Brookfield: Qual é o seu sonho?
Felipe: Como todo bom idealista, quero um mundo sem as desigualdades que constatamos nos tempos atuais! Não sei se esse mundo virá a existir algum dia, mas é por ele que precisamos lutar. E isso envolve aprender a ouvir o “outro”, o “diferente”, sem que tentemos impor a nossa verdade (que pode ser, na verdade, a pior opção). Será um ótimo começo vermos a empatia se espalhando cada vez mais entre as pessoas!

Empreendedora cria projetos inovadores em educação

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“Qual é o maior desafio da educação?”. Fizemos essa pergunta para Carla Mayumi, empreendedora, blogueira e ativista da educação. “O desafio é vencermos os nossos próprios paradigmas, nos desprendermos de metodologias, espaços físicos e plataformas que já estão obsoletas. Nossa metodologia ainda é expositora, o espaço físico ainda é uma sala entre quatro paredes, e a principal plataforma são os livros. Não é dizer ‘não’ a tudo isso, mas adicionar novas formas de se buscar conhecimento”, detalha.

Quando o assunto é o tipo de transformação que ela quer fazer no mundo, Carla conta que a forma que se vê fazendo isso está ligada a repensar os nossos paradigmas culturais.Enquanto alguns nasceram para ser palhaços e divertir crianças (acho isso lindo!), o meu chamado é para algo menos focado no presente, algo com um olhar mais macro e considerando mudar o nosso futuro. São missões diferentes, cada uma com seu valor”.

Com esse objetivo em mente, Carla é coautora do livro “Volta ao Mundo em 13 Escolas”, que mostra iniciativas transformadoras ao redor do mundo, que inspiram novas formas de ensinar. Em 2014, foi correalizadora do estudo Sonho Brasileiro da Política. “Depois de realizarmos o estudo, com mais de 1.000 jovens, desenhamos o desdobramento dele, que tem a ver com educação. Estamos criando o Jogo da Política, uma atividade educacional e lúdica para crianças e jovens aprenderem sobre política”, diz.

Instituto Brookfield: Sabemos que a educação sempre foi um tema que a instigou. O que a despertou para pensar em soluções nessa área e o que essa palavra representa na sua vida hoje?

Carla Mayumi: O que me despertou foi o meu filho dizendo que queria largar a escola. Ele tinha 15 anos e falou que não acreditava no modelo de educação atual, etc., etc. Como ele sabia que eu também não acreditava muito, foram tempos difíceis, com ambos querendo experimentar algo novo, mas ainda presos à ideia de escola e universidade. Além do meu filho, eu estava com um bebê a caminho, então a ansiedade acabou englobando esse novo serzinho que estava chegando ao mundo. A grande pergunta era: qual a melhor maneira de educar as nossas crianças? Assim, acabei me envolvendo no Coletivo Educ-ação. Posso dizer que o Coletivo apareceu na minha vida sem ainda a forma de um coletivo. Fomos desenhando, juntos, o que queríamos fazer, e assim nasceu a ideia do livro “Volta ao Mundo em 13 Escolas”.

Instituto Brookfield: O que a impulsionou a fazer parte do Coletivo Educ-ação e a criar o livro “Volta ao Mundo em 13 Escolas”?
Carla: A vontade de colocar a mão na massa de alguma forma. Gosto de estudar as coisas nas quais me envolvo. Então, não podia pensar em querer propor algo para a educação sem mergulhar no tema.

Instituto Brookfield: Qual é o seu propósito de vida? Foi fácil ou difícil encontrá-lo? Tem alguma dica para quem ainda não conseguiu encontrá-lo?
Carla: Sinceramente, às vezes acho que encontrei; às vezes acho que ainda não. Mais para o não, eu diria. Mas também posso afirmar que estou mais próxima de encontrá-lo do que já estive, num processo contínuo e evolutivo. Minhas dicas nessa busca são simples: nunca perder a humildade de ser um aprendiz e sempre conseguir olhar além do próprio umbigo, acreditando no potencial de mudar a si próprio e mudar o mundo. Acredito muito que todos nós temos que nos sentir responsáveis por mudar aquilo que não nos satisfaz no mundo. Tem uma coisa simples que eu sempre me pergunto para não perder o rumo e a perspectiva das coisas que, para mim, são importantes: eu estou fazendo alguma coisa, na vida, que não faço por dinheiro ou reconhecimento, que faço 100% por algo que acredito e quero mudar?

Instituto Brookfield: Entre os modelos inspiradores de educação que você já conheceu, de qual deles você gostou mais?
Carla: É muito difícil escolher apenas um. Adorei as escolas que visitei para o livro, mas acho que isso aconteceu com cada um dos coautores do livro. Você acaba se apaixonando mais por aquilo que conhece, né? Então eu me apaixonei pela Green School e pela Riverside.

Você pode acompanhar no Facebook o andamento e as novidades do O Sonho Brasileiro da Política, que é o projeto mais novo que Carla realiza.

Empreendedor social cria instituto focado em educação inclusiva

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A arte começou cedo a fazer diferença na vida do Rodrigo Mendes, empreendedor social. Na época do jardim de infância, fazia desenhos de observação dos móveis em sua casa. Não demorou muito para que seus trabalhos chamassem a atenção das pessoas. E foi assim que a arte foi a primeira atividade por meio da qual se sentiu reconhecido. Anos depois, essa ferramenta o motivou a transformar a vida de outras pessoas também.

Aos 18 anos, após um assalto, a sua vida ganhou um rumo inesperado. “Ao sair de casa para levar meu irmão a um jogo de tênis, fui surpreendido por dois assaltantes que pretendiam levar meu carro. Um deles atirou em meu pescoço, abriu a porta do carro, jogou-me no chão e levou o veículo. A bala disparada pelo assaltante atravessou meu pescoço e passou próximo à coluna espinhal, tendo como consequência a paralisia de minha musculatura e a perda de algumas funções abaixo dos ombros (tecnicamente denominada tetraplegia)”, detalha Rodrigo.

O começo de um projeto de vida

Ele voltou a ter um contato mais intenso com as artes visuais aos dezenove anos, em fase de reabilitação do acidente. Incentivado pelo artista Luca Vitale, Rodrigo dedicou seu tempo à produção artística. “Como minha produção artística representava a única atividade diária desprendida da fisioterapia, canalizei toda a minha energia para esse fim, e logo colhi bons frutos: após três meses, tinha em mãos 60 trabalhos finalizados”, completa.

Em sua primeira vernissage, decidiu que precisava devolver, de alguma forma, tudo o que havia recebido: nasceu a ideia de criar um projeto que representasse a sua contrapartida à sociedade. “Comecei a divulgar que meu próximo passo seria fundar uma escola de artes que oferecesse oportunidades de desenvolvimento a pessoas cuja história de vida envolvesse situação de exclusão”, conta.

Inclusão pela educação

Em 1992, Rodrigo inaugurou o espaço batizado de Cursos Rodrigo Mendes (CRM). A iniciativa começou com um grupo de dez alunos com deficiência, pertencentes a comunidades de baixa renda, que aprendiam artes, mais especificamente pintura. “A partir de 1996, o CRM deixou de ser uma escola exclusiva, abrindo-se para atender todo tipo de aluno, independentemente de origens sociais, características físicas e cognitivas. Assumimos o desafio de nos tornarmos uma escola inclusiva”, afirma o empreendedor.

No ano de 2004, o CRM assumiu a figura jurídica de uma associação sem fins lucrativos e passou a se chamar Associação Rodrigo Mendes (ARM). “Em 2005, começamos a receber vários telefonemas de escolas públicas que buscavam cursos sobre como atender crianças e adolescentes com deficiência na sala de aula comum. Aproveitamos nossa experiência no campo das artes visuais para desenvolver um programa de formação pautado por relações entre arte contemporânea e educação inclusiva”, conta.

O impacto

Atualmente, a organização, agora Instituto Rodrigo Mendes, adota um modelo semipresencial de ensino e transmite as aulas em tempo real para qualquer cidade brasileira, por meio de satélite ou internet.

“Um dos fatores que me motivam a continuar lutando pela causa da inclusão de crianças e jovens com deficiência é a constatação de que a educação é, de fato, a porta de entrada para que pessoas excluídas consigam construir sua autonomia e buscar a realização de seus sonhos”, comenta. O empreendedor acrescenta que tem visitado escolas públicas de todo o Brasil e testemunhado uma série de histórias de vida que foram transformadas graças à possibilidade de participação na escola comum.

“Sinto-me privilegiado por poder canalizar minha energia e meu tempo a um trabalho que me traz um sentido maior a cada etapa da minha trajetória. É sempre bom lembrar que essa possibilidade está, em alguma medida, à disposição de qualquer pessoa. Não é preciso ter fundado uma organização social para participar da construção coletiva de uma sociedade da qual nos orgulhemos mais. A oportunidade existe para todos”, destaca.

Jovem cria projeto para transformar educação com exemplos positivos

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Aos 24 anos de idade, o mineiro Alex Bretas, formado em administração pública e especialista em pedagogia da cooperação, busca uma transformação de olhar na educação. Essa busca o levou a deixar de lado um projeto de pós-graduação (formal) para seguir pela jornada do doutorado informal, que representava a possibilidade de desenvolver a sua própria metodologia e dar início a uma investigação autônoma sobre novas formas de aprendizagem para adultos, batizada de Educação Fora da Caixa.

Segundo Bretas, havia muita coisa que ele queria falar a respeito do sistema de ensino tradicional, mas não se sentia escutado enquanto estava dentro dele. Para dar voz ao seu projeto, Bretas escolheu pesquisar a fundo a livre aprendizagem e transformar tudo isso em um livro aberto e gratuito, sob a licença Creative Commons.

Sua ideia é alcançar todos que se interessam pela aprendizagem autônoma, e quem quiser utilizar o material do livro para construir outras obras poderá fazê-lo. “Minha intenção é buscar as visões de mundo e as práticas decorrentes que estão ajudando a rumarmos para a (livre) aprendizagem. Garimpo casos, histórias, pessoas e projetos, e tento entender os padrões que emergem deles”, detalha.

Além do livro

O projeto Educação Fora da Caixa tem diversas ações. Além do livro, a iniciativa inclui a pesquisa e a disponibilização de ferramentas úteis a educadores e auto(alter)didatas, encontros, palestras.

A transformação no mundo que Alex sonha não é o fim da pobreza, nem 100% das crianças na escola. É de dentro para fora, é a mudança de olhar. “Comecei a trabalhar pela livre aprendizagem, que é a autopermissão de perseguirmos o que mais faz sentido nos nossos caminhos de educação. A Educação Fora da Caixa é para isso”, diz.

Da teoria à prática

Alex acredita que o principal mecanismo de transformação é o exemplo. “Muitas pessoas têm vontade de iniciar um percurso de aprendizagem independente das instituições. No entanto, não o fazem por não terem um exemplo. Especialmente se esse mundo não te dá um diploma. Isso, inclusive, é o principal questionamento de muita gente em relação ao doutorado informal: como ele é avaliado, validado, certificado? Cada vez mais, tenho acreditado que a avaliação é auto e alter: vem de dentro (acredito que sei) e do outro (confiam que sei)”.

O jovem recorreu ao financiamento coletivo para viabilizar a pesquisa e a publicação do projeto Educação Fora da Caixa, que deve ser lançado no final de 2015 ou nos primeiros meses de 2016. A campanha foi bem-sucedida, com a colaboração de 161 apoiadores. Agora, o Kit Educação Fora da Caixa é a iniciativa mais recente do projeto. A partir dela, Alex lançará um livro digital com conteúdo organizado e revisado sobre ferramentas de aprendizagem.

Alex é um dos exemplos do movimento Mude para o mundo mudar, iniciativa do Instituto Brookfield.