Conheça 5 formas de fazer a sua horta

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Quer fazer a sua horta, mas não sabe por onde começar? Separamos cinco maneiras que vão ajudá-lo a dar os primeiros passos a partir de matérias que publicamos no nosso blog.

1. Aprenda a fazer hortas em pequenos espaços
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) produziu o livro Horta em pequenos espaços, que busca “empoderar” as pessoas na criação de hortas em pequenos espaços.

2. Faça uma horta com irrigação por capilaridade
A irrigação por capilaridade pode ser ideal se a sua ideia é otimizar tempo. Criada pelo projeto “Food is Free com materiais reaproveitados, ela permite que você fique tranquilo mesmo quando não puder regá-la diariamente.

3. Dicas para fazer hortas em um metro quadrado
Aqui contamos como você pode fazer a sua horta tanto em um apartamento quanto em um espaço pequeno de terra. Preparamos dicas e explicamos como fazer o plantio.

4. Faça a sua horta hidropônica caseira
Um projeto básico de horta hidropônica tem baixo custo, entre R$150 e R$200, nos projetos mais simples. Na hidroponia, as plantas não crescem fixadas ao solo e, sim, na água. Desta forma, os nutrientes que elas necessitam para se desenvolver são dissolvidos na água, passando por suas raízes.

5. Horta em casa
Confira dicas básicas para começar a fazer uma horta em casa, incluindo algumas orientações de como mantê-la.

Conheça 5 histórias de quem faz a diferença

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Ações positivas acontecem diariamente pelo mundo. Por isso, separamos cinco histórias inspiradoras para que elas se multipliquem e sejam exemplo para todos. Confira!

Paulistano luta pela revitalização das nascentes da sua cidade
Existe muita água em São Paulo. “Há nascentes de água limpa pela cidade que poderiam ser utilizadas e rios passíveis de serem recuperadas”, afirma Adriano Sampaio, corretor de seguros e participante do coletivo Ocupe e Abrace. Suas descobertas são compartilhadas por meio de vídeos que ele mesmo faz durante sua luta pela revitalização das nascentes da capital. Adriano é um dos exemplos da campanha “Eu preservo”, do movimento “Mude para o mundo mudar”.

Jovem cria cooperativa de materiais recicláveis
A história de empreendedorismo de Roger Koeppl, que criou a cooperativa de materiais recicláveis YouGreen, em São Paulo (SP), começou cedo. Aos 12 anos, vendia pirulitos na escola e lavava carros após as aulas na escola. Na indústria, aos 15 anos, comercializava ferramentas para a América do Sul. Em seguida, entrou no SENAI e no universo das multinacionais. Logo se apaixonou pela vida corporativa e, aos 21 anos, passou a liderar uma equipe de técnicos de uma grande montadora de automóveis do Brasil.

Empreendedora aposta em iniciativa de coleta para resíduos orgânicos
Enquanto muitos procuram cuidar dos materiais recicláveis, Fernanda Danelon, jornalista e empreendedora, vai atrás de soluções para resíduos orgânicos. Foi assim que criou o Instituto Guandu – modelo de negócio de impacto socioambiental que promove a coleta seletiva de resíduos orgânicos, transforma esse lixo em adubo através de uma biotecnologia de compostagem otimizada (licenciada do laboratório mineiro Bioideias) e mantém hortas urbanas orgânicas, fechando o ciclo “do prato ao prato.

Pedagoga coordena programa que trabalha com crianças superdotadas de comunidades do Rio
O sentido do projeto de vida da Clara Sodré, pedagoga carioca, é transformar o mundo pela educação. Clara aceitou o desafio de idealizar um programa para crianças e jovens superdotados. Além de criá-lo, atuou como diretora do projeto até 2005. Logo depois, em 2006, foi convidada pelo Instituto LECCA para montar e dirigir um programa semelhante, voltado a crianças e jovens de baixa renda, o Programa Estrela Dalva, onde está até hoje como responsável.

Empreendedor social cria instituto com foco em educação inclusiva
Na época do jardim de infância, Rodrigo Mendes, empreendedor social que criou o Instituto Rodrigo Mendes, já fazia desenhos de observação dos móveis em sua casa. Não demorou muito para que seus trabalhos chamassem a atenção. Foi assim que a arte tornou-se a primeira atividade por meio da qual se sentiu reconhecido. Anos depois, essa ferramenta o motivou a transformar a vida de outras pessoas.

Passo a passo: dicas de decorações natalinas sustentáveis

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Para quem curte enfeitar sua casa no Natal, uma maneira criativa é reaproveitar produtos e fazer os seus próprios enfeites em vez de comprá-los.

Confira cinco dicas de decorações natalinas produzidas com materiais reutilizados e o passo a passo de como fazê-las.

1 – Árvore de Natal feita com revista dobrada e spray

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Com apenas uma capa de revista e tinta spray, você consegue fazer um pinheirinho de Natal de baixo custo.
Leia o passo a passo completo.

2 – Duendes de rolo de papel higiênico

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Com o miolo do papel higiênico e feltro é possível criar lindos duendes de Natal! Essa é uma das dicas mais fáceis, superdivertida para fazer com toda a família.
Confira o passo a passo dos duendes.

3 – Lanternas com potes de vidro

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Sabe aqueles potinhos de vidro que você guarda no armário? Eles podem virar lanternas para o seu Natal! Aqui, você vai precisar de potes de vidro, papel, arame e fita de tecido.
Acompanhe o passo a passo completo.

4 – Ouriços de palito

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Opção clean para sua decoração de Natal! Esses ouriços são feitos com palitos espetados em um pedaço de sabão. Tem ainda glitter para dar brilho às peças. Devido à cor deles, vai ser fácil integrá-los à decoração da sua casa.
Aprenda como fazer o passo a passo dos ouriços.

5 – Enfeites de natal com gravetos de jardim

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A sugestão é utilizar pequenos gravetos e transformá-los em enfeites natalinos! Eles são fáceis de criar e não envolvem a compra de muitos produtos.
Confira o passo a passo dos enfeites feitos com gravetos.

Com informações dos sites: Madame Criativa e Ciclo Vivo

Reserva Extrativista e Reserva de Desenvolvimento Sustentável: entenda a diferença

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Você sabe qual é a diferença entre as Reservas Extrativistas (ResEx) e Reservas de Desenvolvimento Sustentável (RDS)? Muitas pessoas confundem esses dois tipos de reserva, gerando dúvidas tanto para o público em geral quanto para especialistas. Por isso, vamos explicar um pouco sobre cada uma delas, com base em referências da área.

Ambas são Unidades de Conservação de Uso Sustentável, cujo objetivo é compatibilizar a conservação da natureza com o uso sustentável dos recursos, conciliando a presença humana nas áreas protegidas. Ao todo, existem sete categorias, que incluem desde territórios exclusivos para populações tradicionais consolidarem manejo sustentável de baixo impacto até amplas áreas já urbanizadas, nas quais o estabelecimento de uma UC pode contribuir para o zoneamento, manejo adequado dos remanescentes florestais e cumprimento das leis ambientais.

Reserva Extrativista

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Reserva Extrativista Chico Mendes. Foto: Leonardo Milano.

A ResEx é uma área utilizada por populações em que a subsistência tem base no extrativismo e, complementarmente, na agricultura e na criação de animais de pequeno porte. Visa proteger os meios de vida e a cultura dessas populações, além de assegurar o uso sustentável dos recursos naturais da unidade.

Gestão: A ResEx é gerida por um Conselho Deliberativo, presidido por órgão responsável pela sua administração e constituído por representantes de órgãos públicos, organizações da sociedade civil e populações tradicionais residentes na área. A Reserva é de domínio público, com uso concedido às populações extrativistas tradicionais, sendo que as áreas particulares incluídas em seus limites devem ser desapropriadas.

A visitação pública é permitida, desde que compatível com os interesses locais e de acordo com o que está no Plano de Manejo da área. A pesquisa científica é permitida e incentivada, mas depende de autorização prévia do órgão responsável pela administração da unidade. Não é permitida a exploração de recursos minerais nem a caça. A exploração comercial de recursos madeireiros só é admitida em bases sustentáveis e em situações especiais e complementares às demais atividades desenvolvidas na Reserva Extrativista.

Exemplo:
A Reserva Extrativista (ResEx) do Cazumbá-Iracema, localizada no estado do Acre, foi reconhecida e oficializada por meio do Decreto Presidencial s/n, de 19/09/2002, que garantiu a preservação de uma área superior a 750 mil hectares de Floresta Amazônica nos municípios de Sena Madureira e Manuel Urbano, à época, a segunda maior Reserva Extrativista do Brasil.

Reserva de Desenvolvimento Sustentável

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Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Aventureiro (RDS) . Foto: Daniel Souza Lima | Wikimedia Commons

A RDS é uma área natural que abriga populações tradicionais que vivem em sistemas sustentáveis de exploração dos recursos naturais, desenvolvidos ao longo de gerações e adaptados às condições ecológicas locais. Desempenham um papel fundamental na proteção da natureza e na manutenção da diversidade biológica.

A RDS preserva a natureza e assegurar as condições para a reprodução e a melhoria dos modos de vida das populações tradicionais, inclusive na exploração de recursos naturais. Além disso, esta categoria de UC busca valorizar, conservar e aperfeiçoar o conhecimento e as técnicas de manejo do ambiente desenvolvidas por estas populações.

Gestão: Assim como as ResEx, as RDS também são geridas por um Conselho Deliberativo, presidido pelo órgão governamental responsável (órgão estaduais, no caso das RDS criadas pelos estados, e o ICMBio para RDS federal) e constituído por representantes de órgãos públicos, organizações da sociedade civil e populações tradicionais residentes na área.

São áreas de domínio público. Além da exploração sustentável dos recursos pela população local, a visitação e a pesquisa científica também são permitidas nessas áreas, desde que autorizadas pelo órgão gestor.

As RDS são preferencialmente estaduais e, diferente das ResEx, as populações da UC não precisam ser extrativistas, mas devem residir na área. A iniciativa da criação da Reserva não precisa partir necessariamente da população local, e esta tem menor poder sobre a gestão e os territórios que as populações das ResEx.

As RDS devem ser áreas grandes e com significativa biodiversidade. Também precisam ter uma parte delimitada para proteção integral. Ao todo, existem 27 RDS no Brasil, quase todas estaduais, com exceção da RDS Itatupã-Baquiá, no Pará, que é federal.

Exemplo:
A RDS do Rio Iratapuru, no Amapá, foi criada em 1997 e possui aproximadamente 806 mil hectares. Interliga o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque e a Reserva Extrativista do Rio Cajari. Segundo a WWF, expedições à região registraram a ocorrência de vários animais raros para a ciência ou ameaçados de extinção, como o sapo venenoso Atelopus spumarius, somente encontrado na região, tamanduás-bandeira, onças-pintadas e ariranhas.

Queda de árvores em SP: o que tem sido feito

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Praça com duas árvores em destaque. Um banco próximo delas em um dia ensolarado.
Praça com duas árvores em destaque e um banco vazio. Foto: Pixabay.

Estamos às vésperas do período de chuvas mais intensas em São Paulo, quando ocorrem mais quedas de árvores. Você sabe o que tem sido feito para minimizar esse problema na cidade?

Para a urbanista Pérola Felipette Brocaneli, as ações preventivas são essenciais para que isso aconteça. “É preciso investir em políticas públicas que promovam catalogação da vegetação arbórea urbana e escolha de espécies de porte adequado e mais resistentes ao clima urbano”, defende. Ela ressalta também a necessidade de realizar o monitoramento da vegetação, no que tange: manutenção, poda, irrigação, fertilização, crescimento, dentre outros fatores relevantes; boa gestão de um plano de manejo da vegetação.

Em agosto de 2015, a Prefeitura de São Paulo lançou o Plano Intensivo de Manejo Arbóreo (PIMA) com o objetivo de reforçar o manejo de árvores e reduzir o risco de quedas nas vias da cidade durante o período de chuvas. Para isso, foram contratadas 13 equipes novas que atuam em oito subprefeituras onde o problema é mais sensível (Sé, Pinheiros, Vila Mariana, Santo Amaro, Ipiranga, Butantã, Lapa e Mooca).

Juntos, esses locais respondem por 62% das quedas registradas nos últimos dois anos e 44% das demandas de Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC). “Precisamos de mais investimentos em tecnologia para que essa gestão seja efetiva, em que caiam menos árvores e tenhamos uma previsão melhor das espécies em risco de queda”, afirma Pérola.

Ações realizadas

Segundo informações da Prefeitura, o trabalho de manejo de árvores é diário e feito em diferentes frentes de atuação, com atividades de poda, vistoria, remoção e replantio. Ao todo, foram mapeados 650 mil exemplares de várias espécies em São Paulo, plantadas nas mais diversas condições nas vias da cidade.

No trabalho preventivo, há vistorias das árvores que são realizadas por 74 engenheiros agrônomos, divididos nas 32 subprefeituras. Os profissionais, com base no cadastro de cada exemplar no Sistema de Gerenciamento das Árvores Urbanas (SisGau), rondam os bairros onde atuam e fazem uma avaliação com base em 80 itens técnicos para determinar se aquela árvore está doente ou se há risco de cair.

Caso alguma árvore esteja com fungo ou severamente inclinada, é feito o pedido de remoção, que deve ser autorizado pelo subprefeito. Desde 2013 até agosto deste ano, foram realizadas 59.353 remoções de exemplares doentes e com risco de queda em toda a capital paulista. Mensalmente, as equipes das subprefeituras removem mais de 1.320 árvores, uma média de 44 por dia.

Há ainda um trabalho de podas das árvores, realizado pelas 32 subprefeituras — mais de 300, em média, a cada 24 horas. Dados da Coordenação das Subprefeituras, do início de 2013 até agosto de 2016, 408.246 árvores foram podadas pelas equipes das administrações regionais. São mais de nove mil por mês.

Assim como a remoção, a poda segue uma série de diretrizes, e não é feita de qualquer maneira. A Prefeitura pede que os cidadãos só abram chamadas no SAC quando a demanda for procedente, até mesmo para que as equipes e os engenheiros não sejam mobilizados sem necessidade, deixando de atender outra árvore que precisa de remoção ou poda.

As ações de plantio que fazem parte do ciclo de manejo são de grande importância para que as árvores estejam adequadas aos ambientes em que serão plantadas e para que vivam por mais tempo e ofereçam menos risco de quedas.

No plantio, é preciso se atentar para o espaço, largura do calçamento, acessibilidade da área onde se pretende plantar a árvore e a espécie que vai se adequar melhor àquele espaço. Em média, são plantadas 33 árvores nas vias de toda a cidade de São Paulo diariamente.

Para solicitar poda de árvores e outros serviços da Prefeitura, entre em contato pelo SAC.

Com informações da Prefeitura de São Paulo.