Guia online ensina a germinar 100 espécies nativas

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Se você se interessa por sementes, o “Guia Sementes Florestais – guia para germinação de 100 espécies nativas”, iniciativa do Instituto Refloresta, conta uma linguagem acessível para ajudar quem quer aprender mais sobre sementes florestais. O objetivo é contribuir para a qualidade e a diversidade de espécies em ações de restauração florestal. O material pode ser baixado gratuitamente.

A publicação apresenta técnicas para tratamentos pré-germinativos de sementes florestais que ocorrem em formações vegetais do estado de São Paulo: Floresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila Mista, Floresta Estacional Decidual, Floresta Estacional Semidecidual e Cerrado.

“Muitos modelos de restauração florestal incluem na listagem espécies exóticas com aproveitamento econômico (frutíferas, medicinais, resiníferas, melíferas, etc.), a fim de que possam contribuir como fonte alternativa de renda ou mesmo de alimentação para os produtores. Entretanto, é necessário realizar um planejamento adequado para que a exploração econômica dessas áreas cause o menor impacto possível”, alerta a publicação.

Com informações do portal Ciclo Vivo. 

Dicas de como economizar água em casa

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A sua casa pode ser um espaço importante de preservação dos recursos hídricos. Oportunidades não faltam no dia a dia para mudar seus hábitos — e até conscientizar as crianças.

Confira cinco dicas de ações para colocar em prática com elas:

1) Reutilize a água

Chame as crianças para fazer algumas atividades que não exigem água tratada, como lavar o carro e as calçadas. A água que sobra após o banho na banheira ou ao lavar roupa pode ser reutilizada. Lembre-se de dizer a meninada quais são as atividades que precisam ou não de água potável.

2) Cultive um jardim

Cultivar um jardim em casa é uma forma de explicar sobre a importância da água para a vida. Se não tiver espaço, um simples vaso com uma planta é suficiente como exemplo.

3) Escolha o que e quando comprar

O maior consumo de água acontece fora de casa: cerca de 70% do gasto de água mundial corresponde à agropecuária e 20% à indústria, de acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Com esses dados, vale a pena refletir sobre os hábitos de consumo da família.

4) Entre em contato com a natureza

Um jeito divertido de educar e conscientizar as crianças é visitar parques no meio da cidade e programar passeios em contato com a natureza.

5) Faça uma lista de ações

Sente com as crianças e crie uma lista do que a família pode fazer para economizar água. Varrer a calçada em vez de lavar com água, reduzir o tempo de banho, entre outras atividade, são ações que resultam em economia. A semana acabou? Então, já é hora de retomar a lista para que vocês avaliem o que foi e o que não foi cumprido.

Com informações do Ciclo Vivo

Dicas para ser mais sustentável em grandes cidades

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Mesmo morando em cidade grande, existem algumas ações práticas para você se conectar com um estilo de vida mais saudável e consciente. Confira, abaixo, algumas dicas:

1 – Economize, reduza e reaproveite a água

O Sistema Nacional de Informações de Saneamento Básico do Ministério das Cidades calcula que o consumo de água é de, em média, 166,3 litros/dia no Brasil. A ONU recomenda um consumo de 110 litros de água por pessoa, ao dia, tanto para consumo quanto higiene. Por isso, é importante que cada um tenha atitudes mais conscientes, como evitar banhos demorados; desligar a torneira enquanto escova os dentes ou ensaboa as louças e usar a água do enxágue da máquina de lavar roupas para lavar o quintal.

2 – Cultive plantas em casa

Se ter plantas em casa é uma das formas de deixar você mais conectado com a natureza, imagine plantá-las e cultivá-las? Estudos afirmam que cuidar das plantas reduz o estresse e ajuda quem está doente a ter uma recuperação melhor. Você pode começar plantando em vasinhos, em casa mesmo. As ervas são ótimas opções para dar o primeiro passo, por crescerem rápido e serem práticas.

3 – Evite plásticos

As sacolas retornáveis são ótimas opções para evitar os plásticos. Procure também não usar alimentos embalados de maneira excessiva e valorize aqueles que vendem da forma mais natural possível (como bandejas de isopor, por exemplo). Você sabia que muitos desses resíduos plásticos não são reciclados, nem encaminhados para os aterros? Por isso, antes de descartar, tente nem usar.

4 – Compre de produtores locais

Ao comprar de pequenos produtores, você ajuda a diminuir a crise dos alimentos.
É o que defende Michel Pimbert, diretor do Programa de Agricultura Sustentável, Biodiversidade e Subsistência do Instituto Internacional para o Meio Ambiente e Desenvolvimento (IIED). “O fim da fome e da desnutrição vai depender do apoio que essas instituições receberão por meio de subsídios apropriados e medidas para proteger os mercados locais e nacionais da concorrência de comida barata importada de outros lugares. O desafio é ampliar em escala e difundir as soluções encontradas em cada lugar”, afirma.

5 – Seja mais consciente na hora de comprar seus alimentos

Antes mesmo de fazer suas compras, faça a lista do que está faltando, incluindo a quantidade ideal. Ao fazer isso, você ajudará a evitar o desperdício de alimentos e de dinheiro.

Com informações dos sites Ciclo Vivo e Planeta Sustentável.

Conheça o ranking com os países que têm áreas protegidas

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Foto de uma árvore em primeiro plano com montanhas e vegetação ao fundo.
Parque Nacional Henri Pittier. Foto: Dragondeluz.

 

A Lista Vermelha de espécies ameaçadas de extinção já tem mais de 24 mil espécies. A partir deste cenário, o jornal britânico The Telegraph usou os dados sobre biodiversidade do Banco Mundial e junto com os programas ambientais das Nações Unidas fez um ranking com os países que tem mais e menos áreas protegidas.

Apenas 14,8% de toda terra do planeta está sob o status de proteção. Esse percentual ainda é melhor do que em 1990, quando os registros mostravam que as áreas protegidas era apenas 8,2%.

No TOP 10 de áreas protegidas, a Venezuela lidera o ranking com 53,9% da área do país sob proteção ambiental. A Eslovênia está na segunda colocação, com 53,6%, seguida por Mônaco, com 53,4%.

Já, segundo informações do Banco Mundial, o Brasil possui 28,4% de suas terras protegidas. Apesar de estar distante dos percentuais dos melhores países, o resultado é considerado bastante expressivo se compararmos com o resultado de 1990, que era 6,7%.

Nauru, São Tomé e Príncipe, San Marino e Macao estão nas últimas posições por não terem áreas de proteção. Turquia, Barbados, Afeganistão, Haiti e Líbia também seguem na sequência dos piores colocados.

Para ver os dados de cada país, acesse a ferramenta do Banco Mundial.

Com informações do site Ciclo Vivo e The Telegraph.

Morador do entorno da Reserva idealiza projeto para preservar florestas

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Julian Righetto, empreendedor. Foto: Arquivo pessoal.

Neste ano, na série Guardiões da Reserva, trouxemos histórias de pessoas que têm um olhar especial na preservação das reservas brasileiras. Julian Righetto, morador do entorno da Reserva Biológica Tamboré, em Santana de Parnaíba (SP), faz parte desse time que cuida das áreas verdes como uma de suas paixões. “Abri a minha empresa com foco em reflorestamento, mas sempre quis criar uma causa sobre os problemas do desmatamento reunindo tanto pessoas físicas quanto jurídicas para um projeto global de recuperação de áreas degradadas”, conta.

O projeto TREES4PLANET é a materialização dessa vontade. Por meio de um portal (que está em fase de desenvolvimento), a ideia é que a população possa participar de forma direta, por meio da adoção de uma ou mais árvores ou para neutralizar as emissões de carbono per capita de gases de efeito estufa.

Além disso, uma das ações do projeto é levar a comunidade local a participar de toda a produção das mudas, plantio e manutenção. O lançamento está previsto para o primeiro semestre de 2017. O site atual, “Adote uma árvore”, será uma extensão do TREES4PLANET. Até o site do novo projeto ficar pronto, o público poderá participar por meio desse portal.

Fique por dentro de mais detalhes do projeto. Confira trechos da entrevista com Julian Righetto.

O que te impulsiona a trabalhar com esse tema?
Ele faz parte do meu cotidiano, em todas as áreas da minha vida. Uma das causas que amo é trabalhar tudo o que envolve as árvores. Gosto de plantar, cuidar e vê-las crescer. Quero ver o meu sonho de engajar as pessoas para que elas possam acompanhar o desenvolvimento das árvores durante dez anos via aplicativo. Essa é uma das propostas do meu projeto. Tenho uma satisfação imensa de participar e fazer as pessoas participarem também.

Como será o projeto TREE4PLANET?
É um projeto socioambiental sustentável para ajudar no combate ao aquecimento global por meio do reflorestamento de áreas de preservação permanentes e reservas no bioma amazônico. Esta será a fase inicial do projeto e depois pretendemos abranger os demais biomas do Brasil. O plantio das árvores vai aumentar a produtividade da terra, regenerar o solo e possibilitar a melhoria das condições de vida das pessoas que vivem na região, valorizando os moradores e impulsionando a economia local, a educação, a saúde e o bem-estar.

De que forma o projeto vai trabalhar com o desenvolvimento local?
Essas pessoas serão beneficiadas diretamente com o projeto no que tange o aumento de renda, a melhoria das condições de escolaridade e um melhor atendimento de saúde. Espera-se que o projeto possa acumular informações a respeito do que já foi desenvolvido e, a partir daí, transmitir esses conhecimentos para outras comunidades que estejam dispostas a implantar projetos semelhantes. Teremos, também, o envolvimento de uma grande quantidade de pessoas da região amazônica — desde coletadores e separadores de sementes a plantadores, viveiristas, cuidadores, podadores, tratadores, entre outros. As árvores de açaí, além do trabalho necessário durante o plantio e sua manutenção, futuramente darão frutos que servem, mais uma vez, como oportunidade de trabalho, tanto na colheita como no seu processamento.

Quais são os objetivos do projeto?
Temos uma preocupação de trabalhar em ações ambientais ligadas à floresta amazônica e ao combate ao aquecimento global. Alguns de nossos desejos são impulsionar a melhoria da qualidade de vida da população rural, evitando o êxodo rural; inovar constantemente a gestão ambiental, proporcionando desenvolvimento sustentável em perfeito equilíbrio com a sociedade e o meio ambiente onde estamos inseridos e contribuir para o crescimento do indivíduo e a conscientização global sobre recursos naturais. Buscamos ainda gerar recursos por meio da gestão ambiental, permitindo melhoria contínua para as populações envolvidas no extrativismo sustentável e consciente. A nossa maior meta é chegar a uma redução dos níveis mundiais de CO2 por meio de planos de incentivo à adoção de árvores.