Conheça sete publicações inspiradoras sobre Desenvolvimento Local

Compartilhe:

sao-paulo-v1

O conceito de desenvolvimento local tem sido amplamente utilizado pelo terceiro setor, governos, empresas, meio acadêmico e grandes empreendimentos. Ele leva a campo cinco dimensões: a inclusão social; o fortalecimento e a diversificação da economia local; a inovação na gestão pública; a proteção ambiental e o uso racional de recursos naturais e a mobilização social.

Segundo a assessoria Práxis Socioambiental, o desenvolvimento local promove a participação dos atores de um determinado território no controle social e tomada de decisão acerca de aspectos diversos relacionados ao seu desenvolvimento, criando comunidades capazes de suprir suas necessidades imediatas, despertando-as para suas vocações locais e desenvolvimento de suas potencialidades.

Conheça sete publicações inspiradoras sobre o assunto:
1. Inovação em Desenvolvimento Local (GVces): http://bit.ly/2csl90I
2. Desenvolvimento Local. Como fazer? (Sebrae) http://bit.ly/2d0ftjT
3. Juruti Sustentável Uma proposta de modelo para o desenvolvimento local (GVces): http://bit.ly/2cCuztr
4. Desenvolvimento Local: Concepção, Avanços e Desafios (Instituto Polis): http://bit.ly/2cC6npG
5. Belo Monte: indicadores e análises em revista (GVces): http://bit.ly/2cLgiuU
6. Desenvolvimento Local e Fundações Comunitárias em Áreas Urbanas: desafios e oportunidades (GIFE): http://bit.ly/2cLeORI
7. Metodologia para elaboração de estratégias de desenvolvimento local (CEPAL): http://bit.ly/2ceOpfG


Desenvolvimento local e o Instituto Brookfield

O Instituto Brookfield cria, por meio da articulação e mobilização de diferentes agentes, oportunidades de crescimento e desenvolvimento para as comunidades dos locais onde atua. Iniciativas voltadas à educação, participação e capacitação são realizadas com o objetivo de gerar autonomia e cidadania.


Fontes: Práxis Socioambiental e Care Brasil

Aves da Reserva: tangará e chupa-dente

Compartilhe:

Destacamos duas aves observadas, frequentemente, durante as vistorias feitas na Reserva Biológica Tamboré, em Santana de Parnaíba (SP): o tangará e o chupa-dente, que estão no Guia das Aves da Reserva.

Tangará (Chiroxiphia caudata)

Tangará (Chiroxiphia caudata) - Vale do Ribeira, Registro, Sao Paulo, Brasil-Dario Sanches / Creative Commons
Tangará (Chiroxiphia caudata) – Vale do Ribeira, Registro, Sao Paulo, Brasil- Dario Sanches / Creative Commons

O tangará (Chiroxiphia caudata) tem cerca de 13 centímetros e apresenta forte dimorfismo sexual. As fêmeas são verde-escuras e têm cauda mais longa que a dos machos, o que as torna ligeiramente maiores que eles. Por causa da cor, as fêmeas são mais difíceis de serem observadas por meio da vegetação. Além disso, elas também são mais silenciosas. Já os machos têm plumagem azul-celeste, cauda preta com duas penas centrais mais longas que as outras e, no alto da cabeça, uma coroa vermelha. Eles se alimentam de frutos, aranhas e pequenos insetos.

-Curiosidade:
Na época da reprodução, os machos se reúnem para exibições coletivas para as fêmeas. É a típica dança pré-nupcial – os machos formam uma fila em um galho e fazem as suas respectivas exibiçõs para a fêmea (um de cada vez). Após a execução do rito, cada um volta ao fim da fila e espera a vez para repetir a exibição.

Chupa-dente (Conopophaga lineata)

chupa-dente
Chupa-dente. Foto: Dario Sanches / Creative Commons

 

O chupa-dente, conhecido também como chupa-dente-marrom e samoco, tem entre 11,5 e 14 centímetros de comprimento e pesa entre 16 e 27 gramas. É uma espécie que tem o hábito de procurar o alimento próximo ao solo. Seu ninho é construído a pouca altura do chão.

– Curiosidade
Na época de reprodução, quando o chupa-dente costuma cantar, o macho produz, no crepúsculo, um ruído forte: “brrro-brrro-brrro”. Quando está fora do acasalamento, ele voa silenciosamente.

Com informações da WikiAves e do Guia das Aves da Reserva Biológica Tamboré

Passo a passo: aprenda a plantar abacaxi em casa

Compartilhe:

abacaxi

Você sabia que é possível cultivar frutas em casa ou dentro do apartamento?

O abacaxi, por exemplo, pode ser plantado tanto em uma horta ou como em pequenos vasos. Neste caso, lembre-se que os frutos não devem ter o mesmo tamanho daqueles que encontramos nos supermercados e feiras. Para que o abacaxi fique maior, é importante plantá-lo em uma área que tenha 1,8 metro de largura por 1,8 metro de altura.

Confira o passo a passo:

1 – Escolha um abacaxi orgânico;

2 – Retire a coroa. A indicação é que você faça isso com a própria mão, torcendo o abacaxi até que a ela saia totalmente. Isso vai garantir que o miolo permaneça inteiro. Importante: a fruta deve estar madura e não pode ter a presença de larvas e insetos perto da coroa;

3 – Para que o miolo fique mais evidente, retire algumas folhas inferiores;

4 – Depois desse processo, deixe o miolo secar por uma semana. Esse processo é importante para que as cicatrizes sequem e se desenvolvam melhor no próximo passo;

5 – Coloque a coroa em um recipiente com água. A imersão é semelhante ao processo realizado com a batata, deixando apenas a parte do miolo do abacaxi em contato com a água. Para facilitar, use palitos para equilibrá-lo no topo do copo, se necessário. Troque a água com certa frequência para evitar a presença de larvas ou mofo;

6 – Observe o crescimento das raízes. Isso acontece em algumas semanas. Mantenha a coroa na água até que as raízes cresçam alguns centímetros;

7 – Remova a coroa para um vaso. Agora, com as raízes mais desenvolvidas, o próximo passo é tirar a coroa da água e plantá-la em um vaso de aproximadamente 15 centímetros. O solo deve ter terra e 30% de adubo orgânico. Apenas o miolo será plantado e as folhas permanecerão fora da terra, como no processo inicial de colocá-lo na água;

8 – Cuide da planta. Para que o seu abacaxi possa se desenvolver, você precisa cuidar da plantinha. Como ele gosta de ambientes úmidos e quentes, mantenha-o em locais que tenham temperaturas sempre acima dos 18ºC e que, de preferência, recebam luz indireta durante todo o ano. Na medida em que o abacaxi for se desenvolvendo, você pode também colocá-lo ao sol;

9 – Aguarde o florescimento do abacaxi. O momento tão esperado também requer paciência. Antes da fruta aparecer, você vai ver uma flor pequena no centro da coroa. É a partir dela que o abacaxi irá se desenvolver.

Com informações do Ciclo Vivo.

Jovem superdotada quer transformar vidas com a gastronomia

Compartilhe:

 

amanda-estrela-dalva
Amanda ao lado de Alex Atala e Massimo Bottura. Foto: Arquivo pessoal.

Antes do Programa Estrela Dalva, Amanda Buscacio, estudante de Gastronomia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), não tinha ideia de que era superdotada e que isso poderia ajudá-la a alcançar seus sonhos. Em 2007, quando entrou no Programa, aos 10 anos, sua vida começou a ganhar um novo rumo, principalmente nos estudos — com a possibilidade de sair da escola municipal em que estudava para entrar em uma escola de excelência do Rio de Janeiro.

“Não me considero diferente, apenas me sentia uma criança mais interessada por conhecimento do que as outras. Depois que entrei no Estrela Dalva, tive muito medo de fazer a prova para estudar no Pedro II”, conta. Mas a motivação da equipe do Programa foi fundamental, principalmente para aumentar a sua autoestima e permitir uma educação melhor”, conta.

Com a nova rotina, Amanda teve de conciliar o dia a dia entre a escola e o Programa — que tinha um cronograma intenso de estudos. Amanda também procurava arrumar um tempo para se dedicar às aulas de inglês — bolsa de estudos que ganhou ao entrar para o Estrela Dalva. “Foi difícil no começo. Tinha lição de casa todos os dias, mas consegui administrar numa boa. Quando passei para o Dom Pedro II, virei o orgulho da família, ganhei incentivo de pessoas que não esperava e tive toda a estrutura necessária para estudar no novo colégio”, lembra.

Inspiração

Na faculdade, Amanda encontrou alguns desafios e afirma que quase chegou a desistir do curso. Sua condição financeira a fazia se sentir deslocada. “Cheguei a pensar que era um curso para a elite, mas agora enxergo de outra forma. Quando conheci a organização Gastromotiva, virei fã do trabalho do chef David Hertz e vi que a gastronomia era possível para mim”, diz.

Há poucas semanas, um convite especial do Programa Estrela Dalva proporcionou uma das melhores experiências da vida da Amanda: conhecer grandes nomes da gastronomia internacional e ser voluntária por um dia no ReffetoRio Gastromotiva — projeto sem fins lucrativos, lançado neste mês, que promove gastronomia como agente social.

A iniciativa, idealizada por David Hertz, fundador da Gastromotiva, ao lado de Alexandra Forbes e do italiano Massimo Bottura, considerado um dos melhores chefes do mundo e idealizador do Food for Soul, funciona no espírito “pague um almoço e deixe um jantar”. No almoço, chefs convidados cozinham para o público em geral, que paga a refeição. No jantar, voluntários integram a equipe para servir pessoas em situação de vulnerabilidade social, indicadas por ONGs e instituições parceiras, como o Instituto Lecca, criador do Programa Estrela Dalva.

De incentivada a incentivadora

Amanda foi uma das primeiras a se voluntariar. “Tive a oportunidade de conhecer grandes nomes da gastronomia, como Alex Atala, Kátia Barbosa, Carlos Garcia, David Hertz e Massimo Botura. Fiquei muito emocionada por estar ao lado deles e também por ajudar a servir pessoas —muitas delas nunca foram servidas na vida.”

Nesse dia, o chef Bottura teve uma atitude que a surpreendeu. “Enquanto estava recolhendo os copos com a bandeja, ele chegou perto de mim, me deu um abraço e disse uma frase que marcou a minha vida: ‘Parabéns! Enquanto os outros olham, você trabalha’. Não sei italiano, mas soube disso graças aos colegas que estavam lá e ouviram o que ele disse. Essa virou a frase da minha vida.”

Hoje, ela afirma que já vive seu sonho e vê a gastronomia como instrumento para transformar a vida das pessoas. “Sinto que tudo o que quero está ao meu alcance, graças a todo apoio que recebi na minha vida, principalmente do Estrela Dalva e da minha mãe. Agora, quero possibilitar que outras pessoas realizem seus sonhos também. Sinto que este é o caminho que quero trabalhar.”

Aprenda a fazer hortas em pequenos espaços

Compartilhe:
brotos-rabanete
Brotos de rabanete. Foto: Pixabay

 

Para começar uma horta, basta força de vontade e orientações de quem entende do assunto. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) produziu o livro “Horta em pequenos espaços”, que busca empoderar as pessoas na criação de hortas em pequenos espaços.

Especialistas de diferentes áreas apoiaram a realização do livro com objetivo de promover a segurança alimentar e aumentar a interação com as plantas — atividade que pode auxiliar na prevenção do estresse.

O livro está disponível, gratuitamente, em PDF e traz dicas, como a escolha do lugar ideal, o cuidado com o preparo da terra e também direcionamento sobre a quantidade de luz, água e os tipos de nutrientes necessários para o melhor desenvolvimento dos alimentos. Há também uma preocupação em incentivar o uso de materiais reaproveitados para a horta, como garrafas PET, latas, telhas, tambores, canos de PVC, entre outros materiais.

Se você se interessa pelo assunto, baixe o livro “Horta em pequenos espaços” na íntegra.

Com informações do portal Ciclo Vivo.