Amigos com deficiência plantam floresta na China

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chineses

Os chineses Jia Haixia e Jia Wenq são exemplos de superação e cuidado com o meio ambiente. Haixia nasceu cego de um olho e, em 2000, perdeu a outra visão. Já Weng, após sofrer um acidente aos três anos de idade, teve de amputar os dois braços. Eles se uniram não só para superar as deficiências, mas também em busca de realizar uma atividade transformadora: plantar árvores.

Nos últimos dez anos, Haixia e Wenq já plantaram mais de 10 mil árvores. “Eu sou as mãos dele e ele é os meus olhos. Somos bons parceiros”, explicou Haixia em declaração à imprensa chinesa.

Plantar árvores foi a opção que os amigos encontraram para continuar trabalhando. Mas suas rotinas têm muitos desafios. Diariamente, eles levantam cedo para ir ao campo. No caminho, passam por um rio e escalam árvores para retirar os galhos que serão replantados. Ambos estão decididos a reflorestar toda a área e não esperam parar de plantar tão cedo.

A história da dupla foi mostrada pela mídia local e a repercussão já trouxe frutos positivos, com a mobilização de voluntários que querem contribuir para que eles continuem o trabalho de reflorestamento.

Assista ao vídeo que conta história de Haixia e Wenq:

Com informações do Ciclo Vivo.

Projeto promove programas culturais para jovens superdotados

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academia brasileira de letras

Desde o final de 2015, os jovens superdotados que participaram do Programa Estrela Dalva e hoje estudam em escolas de excelência do Rio de Janeiro têm a oportunidade de participar do Projeto Mais Cultura. Criado pela voluntária Maria Cristina Darzé, com colaboração de Virginie Orreindy e Maia Gauthey, também conta com voluntárias do Instituto Lecca e do Programa Estrela Dalva.

A ideia do projeto é promover programas culturais para os superdotados que continuam com apoio do Instituto Lecca. Não existe uma temporalidade na programação e os passeios acontecem de acordo com a oferta cultural da cidade e a disponibilidade das voluntárias. A programação já incluiu visitas aos seguintes locais: Fundação Eva Klabin, Instituto Moreira Salles, Oi Futuro, Morro da Urca, Museu do Amanhã e Academia Brasileira de Letras.

Para Mônica Rivera, coordenadora do Programa Estrela Dalva, a continuidade da programação oferecida pelo Projeto Mais Cultura é de grande importância em todo o processo educacional dos alunos. Ele permite adquirir novos conhecimentos, possibilita novas relações e os transforma internamente. Considerando a concomitância de superdotação e carência socioeconômica e cultural, o acesso contínuo aos bens culturais dá a oportunidade de se conscientizarem sobre ofertas culturais disponíveis aos cidadãos como um todo”, afirma.

Sustentabilidade do Projeto Mais Cultura

O Programa Estrela Dalva organiza grupos de alunos e passeios, acompanha e supervisiona a programação cultural oferecida pelo Mais Cultura, mas não se responsabiliza por qualquer ônus financeiro. Todo o patrocínio do Programa Estrela Dalva é direcionado ao trabalho durante os dois anos em que as crianças frequentam diariamente o nosso espaço.
“As crianças do Mais Cultura já são maiores e os passeios realizados utilizam-se de transporte público, com a gratuidade oferecida pelos centros culturais e museus para os estudantes”, conta Mônica.

Cooperativa destaca ações de educação ambiental em Santana de Parnaíba

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Nos últimos meses, a Cooperativa Avemare tem concentrado foco na organização dos cooperados, da infraestrutura e na educação ambiental do município de Santana de Parnaíba (SP). O Instituto Brookfield é um dos apoiadores da cooperativa.

Conversamos com Ionara dos Santos, presidente da cooperativa, e Valéria Vasconcelos, cooperada e agente ambiental, para saber as principais novidades. Confira!

Organização da cooperativa

– Reforma da parte elétrica
Foi feita com a verba do contrato com a Prefeitura de Santana de Parnaíba.
“Com essa iniciativa, buscamos melhorar a nossa segurança no galpão e melhorar a qualidade do ambiente do trabalho”, destaca Ionara.

– Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) dos cooperados
Fazem parte dos EPIs: botas, luvas, calças e camisetas. “Agora todos os cooperados usam uniformes e estão mais protegidos! Os EPIs tornam o nosso trabalho mais profissional, com mais qualidade, eficiência e profissionalismo”, ressalta Ionara.

Ações de educação ambiental

– Avemare participa da 3ª etapa do Programa “Dê a mão para o futuro”
Entre os dias 4 e 8 de julho, das 8h às 17h, os cooperados da Avemare, em parceria com a ABIHPEC, farão ação de educação ambiental no Bairro São Pedro, em Santana de Parnaíba. Durante essa semana, eles distribuirão folhetos e imã de geladeira com dicas e horários da coleta seletiva na região.

– Reforço de educação ambiental nos condomínios de Alphaville
Neste ano, a Avemare realizou ações de reforço de educação ambiental com moradores de Alphaville. A agente ambiental Valéria afirma que tem encontrado dificuldades no fluxo das ações, por falta de entendimento sobre a importância do trabalho realizado. Até o mês de junho, o Grupo de Educação Ambiental da Avemare realizou ações em dois condomínios e dois prédios.

“Tem sido difícil conseguir autorização para realizar o nosso trabalho nos condomínios. Os representantes alegam que os moradores não querem ser incomodados. Isso prejudica diretamente a cooperativa porque muitos condomínios ainda misturam todos os materiais recicláveis com os orgânicos. Quando conseguimos essa conscientização, aí veremos aumento na participação dos moradores e na quantidade de materiais recicláveis coletados”, diz.

Biólogo contribui para preservação da Reserva e proteção de animais silvestres

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A história da Reserva Biológica Tamboré, em Santana de Parnaíba (SP), cruzou a vida de Amarildo Jordão, em 2008. Foi quando o biólogo iniciou seu trabalho na Prefeitura de Santana de Parnaíba e se tornou o responsável pelo setor de Biodiversidade.

A partir daí passou a acompanhar ativamente todas as ações realizadas na reserva. “Mesmo com meu desligamento da prefeitura, em 2015, sigo de perto a gestão realizado pelo Instituto Brookfield, inclusive ajudando na elaboração do Plano de Manejo”, afirma.

Atualmente, Amarildo realiza vistorias semanais no entorno e nas trilhas da Reserva, o monitoramento da fauna e colabora com todas as ações de manejo e conservação propostas pelo Instituto Brookfield e/ou Prefeitura. Quando o assunto é preservação, além da Reserva, o biólogo se envolve em diversos trabalhos como educador ambiental, principalmente de temas relacionados à conservação da fauna silvestre, orientando as pessoas no convívio harmonioso com os animais.

No dia a dia, Amarildo é professor do ensino regular e universidades. Também atua com consultorias ambientais na área de fauna e na gestão de Unidades de Conservação, como a Reserva Tamboré. Além de tudo isso, ainda consegue tempo para fotografar — que é uma das suas paixões–— e mescla seu tempo entre trabalho, como fotógrafo de fauna silvestre, e o hobby de observação de aves, por exemplo.

Confira abaixo trechos da conversa que o Instituto Brookfield teve com Amarildo Jordão:

Instituto Brookfield: Como é fazer parte da rotina de preservação da Reserva?
Amarildo: É o que me deixa mais satisfeito e realizado. Faço com o maior prazer do mundo. Gosto de acompanhar tudo e ficar por dentro das ações. Estar na natureza com tanta frequência, principalmente na Reserva, é algo que complementa o meu trabalho como biólogo. A Reserva já faz parte da minha vida.

Instituto Brookfield: O que você sonha para a Reserva Biológica Tamboré?
Amarildo: Eu espero que ela se torne uma Unidade de Conservação, com sede administrativa pública e que receba recursos públicos para uma gestão organizada.

Instituto Brookfield: Qual é a importância do Plano de Manejo para a Reserva?
Amarildo: O Plano de Manejo deve ser um norteador das futuras ações na Reserva em todos os âmbitos: conservação, monitoramento de biodiversidade, educação ambiental e pesquisas científicas. No entanto, todas as ações demandam da criação de uma sede administrativa específica para a reserva. Essa deve ser a prioridade inicial para que o Plano de Manejo de fato funcione.

A série Guardiões da Reserva é uma iniciativa do Instituto Brookfield de compartilhar histórias de pessoas que cuidam de áreas verdes urbanas e não urbanas.

Leia também: 
– Guardiões da Reserva: conheça histórias inspiradoras de quem busca preservar áreas verdes.

Reserva Biológica Tamboré é tema de programa da TV Cidade

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Em junho, a Reserva Biológica Tamboré foi tema do Programa Estúdio Aberto, da TV Cidade (transmitido para operadoras de TV por assinatura da Região Oeste da Grande São Paulo e pelo site do canal). Elifas Moraes, assessor técnico da Reserva, foi o entrevistado.

No programa, além de contar um pouco sobre o Instituto Brookfield, ele falou sobre o trabalho de preservação realizado no local e o envolvimento da comunidade. Destaque para o Plano de Manejo da Reserva.

“A Reserva Biológica Tamboré é um patrimônio público. Nosso trabalho passa por engajar a população para fazer com que cada pessoa se empodere e seja um Guardião da Reserva”, destaca Elifas.

Assista à entrevista:

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